CkeckPoint, onde tudo começou

31 Janeiro, 2022

CkeckPoint, onde tudo começou

Foi nesta oficina multimarca que nasceu o desejo e, pouco tempo depois, a concretização do projeto Keymaster. Estava assim dado mais um passo no sentido de colocar a CheckPoint mais à frente no tempo.

A CheckPoint nasceu em 2008 como oficina Precision e em 2013 como marca. Hoje é uma oficina que se destaca pela elevada rotação de carros, que é o resultado do investimento em software, em equipamentos de diagnóstico e reparação de última geração e na experiência da equipa. “Uma empresa do século XXI”, como Nuno Godinho Lopes, o seu proprietário e CEO da Keymaster, se orgulha de apresentar. Quando adquiriu duas lojas Precision, um franchising de “chave na mão”, este engenheiro mecânico sentiu desde logo uma necessidade de otimizar os sistemas usados nesta rede de oficinas. Foi assim que, inicialmente com a descontração de uma brincadeira, começou a desenhar a ideia de uma plataforma de gestão operacional. Com a ajuda de um grupo de colegas a fazerem o Backend e assumindo Nuno o Frontend, o software foi desenvolvido em seis meses. Quando o apresentou à equipa da oficina, então já sob a marca da CheckPoint, o entusiasmo foi tal que quiseram implementá-lo de imediato.

Vida nova com o Keymaster

Em 2018, o software de gestão operacional, entretanto batizado de Keymaster, ficou pronto a ser implementado. No primeiro dia, conforme conta Nuno Godinho Lopes, a meta era fazer duas folhas de obra digitais, para testar. Mas a aceitação foi tal que, ao final do dia, 100% das folhas de obra tinham sido feitas com o novo software. A equipa já não queria outra coisa. A primeira constatação era a da usabilidade. Muito intuitivo e com botões pré-considerados para todos os serviços, o software é extremamente acessível. “A folha de obra digital tem botões de serviço que basta carregar e aparece tudo descriminado. Não temos de perder tempo a escrever e, uma vez anotado, fica partilhado com os outros serviços. Fica ali todo o processo concentrado”, explica Rogério Delgado, responsável pelo Departamento de Electricidade da CheckPoint. “Não ter de escrever” é também apontado por Filipe Rolo como um enorme ganho de tempo. É que o responsável do Departamento de Serviços Rápidos, como tantos outros funcionários desta equipa, tem uma condicionante especial: “como eu trabalho muito com óleos, a cada vez que anotava algo, tinha que tirar as luvas para não sujar os papéis. E, mesmo assim, ainda podia acontecer sujá-los, tornando-os ilegíveis para os colegas”. Para António Dias, Gestor de Negócios da CheckPoint, é o acompanhamento da obra em tempo real que mais o entusiasma: “Agora, posso acompanhar o trabalho do técnico sem ter de o interromper para questionar nesse sentido. Consigo saber em que ponto é que ele está na operação. Sem interrupções, podemos acompanhar a operação ao momento. E com esta gestão do serviço, consigo aferir o que vai representar em termos de negócio no dia a dia.” E o negócio vai de vento em popa, conforme se deduz das afirmações de Nuno Godinho Lopes: “O aumento de produtividade com a implementação do Keymaster foi enorme – conseguimos reduzir em 45% o custo com o pessoal. Por outro lado, registámos um aumento de 15% de margem bruta nas vendas.”
Bem sucedido o primeiro caso, outros se têm seguido, na medida em que o Keymaster foi desenvolvido para ser integrado em muitas outras áreas de negócio. E o estímulo da procura tem sido enorme, em grande parte devido ao passa-palavra. É assim que, hoje em dia, o Keymaster está a ser usado não só em oficinas automóveis, como também em empresas de comunicação e imagem, empresas de formação, de jardinagem ou até veterinários.

Reações em cadeia

A chegada do Keymaster originou uma “explosão de entusiasmo”, não só entre os colaboradores e gestores da empresa, como nos clientes finais da mesma. E, já se sabe, são estes a razão de ser de uma empresa prestadora de serviços. “É para melhorar e agilizar a relação com o consumidor final que uma plataforma de gestão operacional como a Keymaster serve em primeira instância”. E conforme Nuno Godinho Lopes tem testemunhado, esta ferramenta é para o cliente final uma surpresa muito agradável, já que nenhuma outra da concorrência tem as mesmas características. Com o acesso ao interface do Keymaster, o cliente da CheckPoint acompanha a par e passo, em tempo real, a intervenção do seu automóvel. Isto porque as funcionalidades da plataforma são imensas – com a utilização dos mais modernos e atuais recursos digitais, o cliente pode atualizar dados, fazer autonomamente agendamentos, receber ficheiros, imagens e vídeos, aprovar orçamentos, consultar o histórico de obras, pedir faturas, entre muitas outras opções.

Por tudo isto, o feedback do cliente, segundo o CEO da Keymaster, é de grande tranquilidade, “ele sabe perfeitamente o que está a acontecer com o seu carro, porquê, quando é que vai ficar pronto e quanto é que lhe vai custar. Não o esperam surpresas desagradáveis.”
E é esta mesma transparência e confiança que a Keymaster conquistou para a CheckPoint que está agora a fazer chegar a muitas outras empresas de prestação de serviços. Com igual sucesso e igual entusiasmo.

Tendências das PMEs para 2022

24 Janeiro, 2022

Tendências das PMEs para 2022

A nova vaga da transformação digital

A pandemia mudou o mundo de muitas formas. A transformação digital das empresas, acelerada pela necessidade do teletrabalho e de um menor contacto físico entre as pessoas, pode ser eleita uma das consequências positivas da nova realidade que agora vivemos.

“O contexto pandémico dos últimos 18 meses veio impulsionar o fenómeno da transformação digital em empresas de todo o mundo. Sabemos que, sobretudo para as PME, se tratou de um verdadeiro desafio, conseguir responder às exigências do negócio e à evolução das necessidades do cliente, que hoje em dia é marcadamente digital”. Quem o diz é Rui Azevedo Costa, Area Vice President of Sales da Salesforce para a Ibéria e Itália. A empresa americana de software on demand  lançou no último trimestre de 2021 a 5.ª Edição do relatório “Small and Medium Business Trends” (SMB Trends Report), um estudo realizado pela The Harris Poll a partir de entrevistas a mais de 2500 proprietários e líderes de pequenas e médias empresas de todo o mundo, do qual se retiram algumas tendências do mercado que aqui destacamos.

As pessoas em primeiro lugar

Diz este estudo que 50% das pequenas e médias empresas em crescimento ofereceram aos seus trabalhadores, no último ano, condições de trabalho flexíveis. Do mesmo modo, o estudo também aponta para a importância de envolver os clientes, indicando 75% destas empresas a importância das transações online. Para qualquer uma destas situações teve de haver uma aposta em tecnologia, o que nos leva à segunda conclusão…

A tecnologia compensa

71% das empresas em crescimento afirmam que sobreviveram à pandemia através do digital – de modo a permitir oferecer formas de comunicação, de colaboração e de vendas a partir de qualquer lugar. E a provar que isto é mais do que uma tendência passageira ou fruto das circunstâncias, 79% das pequenas e médias empresas em crescimento acreditam que estas mudanças deverão ser uma aposta no futuro, já que elas deverão continuar a beneficiá-las a longo prazo.

Neste contexto, ferramentas de gestão operacional como o Keymaster, focadas em ligar empresários, funcionários e clientes numa única plataforma, com recursos como a Folha de Obra Digital, pronta a otimizar os projetos e a melhorar a comunicação interna e externa das empresas, juntam-se com muito empenho a esta tendência, na convicção de estar a encaminhar as empresas suas clientes para o sucesso.

Keymaster, a chave para o futuro da gestão operacional

19 Janeiro, 2022

Keymaster, a chave para o futuro da gestão operacional

A importância da folha de obra em formato digital é inquestionável. No atual panorama de competição feroz, os negócios que não aderirem ao digital estão condenados a desaparecer.

A transformação digital chegará a todos os setores de atividade, mas é nas empresas de serviços que esta mudança parece mais premente. Nesta área de negócio, onde há uma relação muito direta e próxima entre o prestador do serviço e o cliente, há uma grande necessidade de acompanhar e corresponder às necessidades e expetativas dos clientes e do mercado, devendo para isso a empresa conseguir reorganizar e digitalizar os seus processos operacionais. A transformação digital, apoiada por um bom Software as a Service, pode economizar dinheiro ao empresário enquanto torna a vida dos clientes muito mais facilitada.

Entrámos numa nova era do software empresarial – a era do software de gestão de trabalho de ponta a ponta

Atualmente, quase todas as empresas já usam um software de faturação e utilizam, ou já ouviram falar, em software de CRM, software de gestão de projeto, folha de obra digital ou software de análise e relatórios. Mas será que conseguem tirar partido de todos? É possível que não, dado que é comum ouvir os empresários queixarem-se da quantidade de software que precisam adquirir para as diferentes funções nas suas empresas. E, do mesmo modo, de acordo com vários estudos recentes, mais de 80% dos funcionários afirmam perder horas, todas as semanas, por utilizarem diferentes softwares de gestão nas suas várias tarefas.

E se juntarmos todas as necessidades de gestão operacional da empresa num único aplicativo?

O software de gestão de trabalho Keymaster combina os recursos de várias ferramentas de gestão operacional. Mantendo todos os intervenientes do negócio (gestores, funcionários e clientes) no mesmo aplicativo, consegue-se  uma visão de toda a empresa a  360°, para além de uma maior economia de recursos. A folha de obra digital, por exemplo, ajuda empresas e profissionais a otimizar projetos, simplificar orçamentos, automatizar a faturação e aumenta margens e o rendimento das equipas de trabalho.

Para quem é o Keymaster?

O Keymaster foi desenvolvido para prestadores de serviços em multi-setores. Ou seja, para qualquer que seja o setor, o Keymaster tem módulos que se adaptam às necessidades de gestão operacional específicas de cada um. É assim que entre os seus clientes se encontram pequenas e médias empresas prestadoras de serviços tão variados como oficinas automóvel, lojas de informática, jardinagem, gráficas, carpintarias, bricolage e construção, veterinárias ou instalação, reparação e manutenção de piscinas.